segunda-feira, 15 de dezembro de 2014

Estudantes do projeto MIM II realizam a feira cultural Quitanda MIM Cultura

A feira cultural Quitanda MIM Cultura

O projeto Mãe Ilza Mukalê II: Música, identidade e memória (MIM II), depois de quatro meses realizando o Curso de Formação e Qualificação de Agentes Culturais, que contempla jovens de comunidades negras e de terreiro, chega à sua etapa final.

Agora, os jovens agentes culturais do projeto MIM II realizarão a Quitanda MIM Cultura, uma feira cultural baseada no conceito da economia solidária. O evento acontecerá nos dias 20 e 21 de dezembro, das 16 às 21 horas, no Terreiro Matamba Tombenci Neto, em Ilhéus.

A Quitanda MIM Cultura

A Quitanda MIM Cultura será uma feira cultural onde serão ofertados produtos e serviços, num formato resultado de reflexões sobre a economia solidaria e a cultura de matriz africana. O projeto da feira, elaborado e desenvolvido pelos estudantes do projeto MIM II, convida aos visitantes a apreciar a exposição fotográfica, mostra de vídeos, samba de roda, mostra percussiva e feira solidaria, onde serão exibidos e comercializados os produtos criados pelos estudantes nos laboratórios artísticos e oficinas oferecidos no decorrer do projeto Mãe Ilza Mukalê II.

A feira ainda contará com as apresentações do grupo Capoeira Liberdade, Dj Jef (Oquadro), Camilo (Banda Zahra), Sambadila e o grupo Capoeira Angola Mucumbo.

O projeto MIM II e a reta final

 Os jovens que participam do projeto MIM II vivenciaram as oficinas de Gestão da Comunicação, Educação Patrimonial, Elaboração de Projetos; os Laboratórios Artísticos de Confecção de Adereços, Joias de Asé, Confecção de Instrumentos Percussivos, Ilustração, Pintura em Camisetas, Educomunicação e Ritmos Percussivos; além da Pesquisa Participativa; e os oito Encontros da Tradição Oral, envolvendo Mãe Ilza seus convidados. Agora eles constroem o evento de desfecho do projeto: a Quitanda MIM Cultura.

 
Ainda, será confeccionado um Kit Multimídia com finalidade educativa, contendo uma cartilha, um CD e um DVD, que serão distribuídos em bibliotecas e escolas.
 

O projeto, realizado pela ONG Gongombira, conta com o apoio financeiro da Secretaria de Cultura do Estado da Bahia e os apoios institucionais da UESC, Dilazenze, UNIRIO e Teatro Popular de Ilhéus.


Serviço:
Evento: Quitanda MIM Cultura – feira cultural
Data: nos dias 20 e 21 de dezembro
Horário: das 16h às 21h
Local: Terreiro Matamba Tombenci Neto
Av. Brasil, nº 595, Alto da Conquista - Ilhéus

Contatos: 73 8809-3958 / 8154-5402

segunda-feira, 24 de novembro de 2014

A 8ª rodada e o desfecho dos Encontros da Tradição Oral em Ilhéus

Evento final dos Encontros da Tradição oral
8º ETO | foto: Flávio Rebouças
A 8ª rodada dos Encontros da Tradição Oral no Candomblé Angola-Congo (ETOs), trazendo reflexões sobre o Mês da Consciência Negra, aconteceu na noite do dia 21 de novembro e marcou o final da temporada de encontros com Mãe Ilza Mukalê e seus convidados. No evento de encerramento a anfitriã contou com a participação do Profº Milton Moura (UFBA), Mestre Jorge Rasta (Casa do Boneco) e Mãe Gessi (Terreiro Ilê Axé Loi Loyá) como convidados e convidada, além de um público de cerca de cem pessoas. O tema tratado foi: “Matriz Africana: Ancestralidades, tendências socioculturais e politicas de cor”.  

Mãe Ilza e os convidados da noite | foto: Flávio Rebouças
Na ocasião, os convidados e Mãe Ilza trataram de questões históricas, fazendo um paralelo com a trajetória de vida e militância de cada um, para analisar a atual conjuntura das questões étnico-raciais no Brasil. No final, o público presente e os convidados “caíram” no samba de roda puxado pelo grupo Samba de Treita, a atração artística da noite.







 
Fotos: Flávio Rebouças
 
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A Tradição Oral

Mãe Ilza Mukalê | foto: Flávio Rebouças
De acordo com Marinho Rodrigues, diretor da ONG Gongombira e diretor geral do projeto Mãe Ilza Mukalê II: Música, Identidade e Memória (MIM II), o objetivo dos ETOs “é valorizar a memória da religiosidade de Matriz Africana a partir da riqueza do conhecimento oral de Mãe Ilza e de outros mestres e mestras do saber popular, fortalecendo a identidade negra e promovendo espaços de debates sobre a temática afrodescendente em nossa região”. Ele completa, “todos os encontros tiveram muitas zuelas de candomblé, ladainhas de capoeira, sambas de roda, cantigas… e a nossa intenção com isso é falar da nossa história a partir da nossa músicalidade, como os nossos ancestrais sempre fizeram”.


Os Encontros 
Abará | fotos: Flávio Rebouças
Consumado em oito sextas-feiras no decorrer dos meses de outubro e novembro, os Encontros da Tradição Oral contaram com a participação total de 11 convidados e contemplou em média 70 pessoas por encontro. O evento aconteceu em Ilhéus, no barracão do Terreiro Matamba Tombenci Neto, e fez parte do projeto MIM II, realizado pela Organização Gongombira de Cultura e Cidadania.

A cada sexta um tema central indicava o caminho que as conversas com Mãe Ilza e seus convidados transitariam no decorrer de cada uma das oito noites.

Na 1ª rodada o convidado de Mãe Ilza foi o Mestre Ney (Dilazenze), com o tema “Música de Louvor à Natureza e à Vida”; a 2ª rodada teve Mestre Virgílio (Capoeira Angola Mucumbo) e o tema “As zuelas para os nkisses do candomblé Angola e as ladainhas da capoeira Angola”; a 3ª rodada foi com Mill Onilètó (Juventude de Terreiro) e o tema “Antiguidade é Posto: Diálogo musical entre o novo e o antigo”; “A Música e as Manifestações Culturais de Matriz Africana: O sagrado e o profano” foi com Mãe Laura Sandoyá (Ilê Axé Guaniá de Oiá ) na 4ª rodada; Ruy Póvoas (Ilê Axé Ijexá Orixá Olufon) esteve na 5ª rodada falando sobre “Iyá Tidu e Menjingã: O candomblé e a escravidão no Engenho de Santana”; também foi discutido “Cultura, Mercado e Candomblé” na 6ª rodada com a participação do Profº Flávio Gonçalves (UESC); Representando os movimentos sociais da região Egnaldo França (Preafro e Encantarte) participou tendo como tema “Cultura negra e periferia: militância em movimento” ; e, finalizando o ciclo de atividades, a 8ª rodada contou com a presença de Mestre Jorge Rasta (Casa do Boneco), Mãe Gessi (Terreiro Ilê Axé Loi Loyá) e o Profº Milton Moura (UFBA), falando sobre “Matriz Africana: Ancestralidades, tendências socioculturais e politicas de cor”.

Entre o público do evento estiveram presentes representantes de movimentos sociais, jovens de comunidades negras e de terreiros, a comunidade circunvizinha ao terreiro, pesquisadores, estudantes, professores e outros.

Os Encontros da Tradição Oral do projeto MIM II contaram com o apoio financeiro da Secult-BA, além do apoio institucional da UESC, Dilazenze, Rede Matamba, Teatro Popular de Ilhéus e UNIRIO.

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ASCOM Flávio Rebouças




quinta-feira, 20 de novembro de 2014

Última rodada dos Encontros da Tradição Oral acontecerá nesta sexta em Ilhéus

Noite de discussão e celebração no último Encontro da Tradição oral

É fortalecendo as ações do Mês da Consciência Negra que a Organização Gongombira de Cultura e Cidadania realizará a 8ª, e última, rodada dos Encontros da Tradição Oral no Candomblé Angola-Congo.

Comemorando o desfecho dos encontros, Mãe Ilza Mukalê, a anfitriã do evento, convida Mestre Jorge Rasta e o Profº Dr. Milton Araújo Moura para falar sobre o tema: “Matriz Africana: Ancestralidades, tendências socioculturais e políticas de cor”. E, para abrilhantar ainda mais a noite de celebração, haverá a participação do grupo ilheense de samba de roda Samba de Treita.

O convidado Mestre Jorge Rasta é militante do movimento negro com vasto histórico de formação artística e política. Ele fundou a Casa do Boneco de Itacaré que, desde 1988, trabalha com a população afro indígena, aliando identidade cultural à inclusão socioeconômica sob a égide da educação e cultura popular para capacitações profissionalizantes. Já o convidado Profº Milton de Araújo Moura é Doutor em Comunicação e professor da UFBA do curso de História e Sociologia. Desenvolveu projetos culturais com vários artistas baianos, além de ter elaborado uma pesquisa com produção documental sobre os caboclos de Itaparica. Também foi um dos organizadores do Livro a larga barra da Baía de Todos os Santos, em que aborda a diversidade cultural presente.

O evento acontecerá no dia 21 de novembro (sexta-feira) no Terreiro Matamba Tombenci Neto, no Alto da Conquista, e começa às 18 horas.

Os Encontros da Tradição Oral, que tem acontecido todas as noites de sexta entre os meses de outubro e novembro, fazem parte do projeto Mãe Ilza Mukalê II: Música, Identidade e Memória (MIM II) selecionado no edital “Formação e Qualificação em Cultura” da Secretaria de Cultura do Estado da Bahia. O MIM II também conta com o apoio da UESC, do Teatro Popular de Ilhéus, da UNIRIO e do Bloco Afrocultural Dilazenze.

Serviço
8ª rodada dos Encontros da Tradição Oral
com Mãe Ilza Mukalê, Mestre Jorge Rasta, Profº Dr. Milton Araújo Moura e o Grupo Samba de Treita
Data: dia 21 de Novembro (sexta-feira)
Horário: às 18 horas
Local: Terreiro Matamba Tombenci Neto
Av. Brasil, 595, Alto da Conquista – Ilhéus
Contatos:
maeilzamukale@gmail.com
Aberto ao público.


quarta-feira, 12 de novembro de 2014

Cultura negra, periferia e movimentos sociais são assuntos na 7ª rdada dos Encontros da Tradição Oral


Egnaldo França | foto: Flávio Rebouças
Cultura negra, periferia e movimentos sociais. Sobre esses assuntos que Mãe Ilza e o historiador, educador social e militante do movimento negro Egnaldo França vão debater na 7ª rodada dos Encontros da Tradição Oral no Candomblé Angola-Congo (ETOs), com o tema "Cultura negra e periferia: militância em movimento". O evento acontece no dia 14 de novembro às 18 horas na sede do Terreiro Matamba Tombenci Neto em Ilhéus.

O ETO com Mãe Ilza e Egnaldo faz parte do projeto Mãe Ilza Mukalê II: Música, Identidade e memória (MIM II) e pretende abordar questões relacionadas à história da militância negra dos movimentos sócio-culturais nas periferias de Ilhéus e Itabuna. O debate tem como objetivo valorizar as manifestações culturais e artísticas, especialmente nas comunidades.


Egnaldo França é graduado em História pela Universidade Estadual de Santa Cruz - UESC, é idealizador e fundador do Pré-universitário para Afrodescendentes – PREAFRO e do Projeto Encantarte, faz parte do Coletivo de Entidades Negras, do Comitê Municipal de Políticas de Promoção da Igualdade Racial. Ainda é poeta e Agente Comunitário de Saúde há 18anos.

Neste mesmo final de semana os estudantes do Curso de Formação e Qualificação de Agentes Culturais, que também é uma ação do projeto MIM II,  participarão da oficina de Educomunicação  com o cineasta Jaco Galdino.

O projeto Mãe Ilza Mukalê II é uma realização da ONG Gongombira e tem o apoio financeiro da Secretraria de Cultura do Estado da Bahia e o apoio institucional da UESC, UNIRIO, Teatro Popular De Ilhéus e Bloco Afrocultural Dilazenze.

SERVIÇO:

7ª rodada dos Encontros da Tradição Oral
com Mãe Ilza e Egnaldo França
Tema: "Cultura negra e periferia: militância em movimento"
No Terreiro Matamba Tombenci Neto - Alto da Conquista, em Ilhéus
Dia 14 às 18 horas
Aberto ao público



segunda-feira, 10 de novembro de 2014

A história da cultura econômica do candomblé foi o assunto da 6ª rodada dos Encontros da Tradição Oral

Mais um encontro enriquecedor no Matamba Tombenci Neto
6ª rodada dos ETOs | foto: Flávio Rebouças
A Organização Gongombira, através do projeto Mãe Ilza Mukalê II: Música, identidade e memória (MIM II), realizou no dia 07 de novembro a 6ª rodada dos Encontros da Tradição Oral no Candomblé Angola-Congo (ETOs). Para colaborar com o evento Mãe Ilza convidou o professor Flávio Gonçalves, doutor em História, para discutir a histórica relação entre o candomblé e a economia.

Profº Flávio Gonçalves e Mãe Ilza | foto: Flávio Rebouças
Partindo do tema "Cultura, Mercado e Candomblé" Mãe Ilza relatou casos que contextualizavam a cumplicidade e as divergências existentes entre os comerciantes dos artigos utilizados no candomblé e os candomblecistas. Já o profº Flávio Gonçalves discorreu sobre as questões que favoreceram ou dificultaram esta relação, inclusive a importância deste mercado para a manutenção do elo entre o Brasil e a costa oeste da África.
6ª rodada dos ETOs | foto: Flávio Rebouças
Os Encontros da Tradição Oral acontecem desde o mês de outubro no Terreiro Matamba Tombenci Neto em Ilhéus e continuarão durante o mês de novembro, sempre às sextas. O projeto MIM II conta com o apoio da Secretaria de Cultura do Estado da Bahia e com a UESC, o Teatro Popular de Ilhéus, o Bloco Afrocultural Dilazenze e a UNIRIO como instituições parceiras.
  
 
 
 
 

quarta-feira, 5 de novembro de 2014

"Cultura, Mercado e Candomblé" é o tema do 6º Encontro da Tradição Oral no Matamba Tombenci Neto

Profº Flávio Gonçalves
Abrindo as atividades do Mês da Consciência Negra no Terreiro Matamba Tombenci Neto, o projeto Mãe Ilza Mukalê II: Música, Identidade e memória (MIM II) convida o Profº Flávio Gonçalves para participar da 6ª rodada dos Encontros da Tradição Oral no Candomblé Angola-Congo (ETO). Flávio Gonçalves é doutor em História, autor do livro "Economia e Cultura do Candomblé na Bahia: o comércio de objetos litúrgicos afro-brasileiros" e professor na Universidade Estadual de Santa Cruz.

Com o tema "Cultura, Mercado e Candomblé", a proposta é que Mãe Ilza e Flávio Gonçalves discorram sobre os "aspectos culturais presentes nas trocas comercias envolvendo produtos utilizados no culto aos orixás".

O Encontro da Tradição Oral será realizado no Matamba Tombenci Neto e começará  às 18 horas do dia 07 de novembro (sexta). Os encontros acontecerão todas as sextas do mês de novembro e sempre aberto ao público.

Os ETOs ,fazem parte do projeto MIM II e são realizados pela Organização Gongombira de Cultura e Cidadania com o apoio financeiro da SECULT-BA e como os apoios institucionais da UESC, do Teatro Popular de Ilhéus, da UNIRIO e do Bloco Afro Cultural Dilazenze.

terça-feira, 4 de novembro de 2014

Mãe Ilza e Ruy Póvoas celebram a história de seus ancestrais no Encontro da Tradição Oral

 Muitos sambas antigos foram relembrados por Mãe Ilza e Ruy Póvoas
foto: Flávio Rebouças

Foi na forma de causos e num clima de sambas de roda que Mãe Ilza Mukalê e o babalorixá Ruy Póvoas fizeram da 5ª rodada dos Encontros da Tradição Oral no Candomblé Angola-Congo (ETO) a representação da alegria e da valorização da religião de matriz africana. O tema discutido foi "Iyá Tidu e Menjingã: O candomblé e a escravidão no Engenho de Santana", sendo Iyá Tidu avó de Mãe Ilza e Mejigã bisavó de Ruy Póvas. 
5ª rodada dos ETO | foto: Flávio Rebouças
As duas ancestrais, Yiá Tidu e Mejigã, que viveram na região do histórico Engenho de Santana, foram lembradas por protagonizarem atos de resistência étnica e religiosa no período escravocrata em Ilhéus.
A 5ª rodada dos Encontros da Tradição Oral aconteceu no Terreiro Matamba Tombenci Neto, no dia 31 de outubro (sexta), e reuniu um público interessado em conhecer um pouco mais sobre a história da região a partir da oralidade. O evento faz parte das atividades do projeto Mãe Ilza Mukalê II: Música, identidade e memória (MIM II). 

O projeto MIM II também oferece o Curso de Formação e Qualificação de Agentes Culturais, que oferece oficinas, laboratórios artísticos e vivências, colaborando na formação de jovens moradores de comunidades negras e de terreiro. Nos dois dias seguintes à 5ª rodada do ETO os jovens estudantes participaram da oficina de Confecção de Adereços, ministrada por Vane Rodrigues, e reencontraram-se com o Profº Vicenzo Cambria (UNIRIO) na perspectiva de construção da Pesquisa Participativa.
A realização do projeto Mãe Ilza Mukalê II: Música, identidade e memória é uma realização da Organização Gongombira, com o apoio financeiro da SECULT-BA e os apoios institucionais da UESC, UNIRIO, Teatro Popular de Ilhéus e Bloco Afrocultural DIlazenze.

Clique aqui e confira as fotos do 5º ETO

quarta-feira, 29 de outubro de 2014

A candomblé e a escravidão no Engenho de Santana são temas de encontro que reuni Mãe Ilza Mukalê e Ruy Póvoas nesta sexta

 Iyá Tidue e Mejigã serão o ponto de partida para a remontagem de parte da história oral do Engenhode de Santana.
Ruy Póvoas | foto: Flávio Rebouças
 A 5ª rodada dos Encontros da Tradição Oral no Candomblé Angola-Congo, terá como tema "Iyá Tidu e Mejigã: O candomblé no Engenho de Santana". E, para construir a discussão na roda de conversa Mãe Ilza Mukalê, neta de Iyá Tidu, terá como convidado Ruy Póvoas Katulembá, bisneto de Mejigã.  

A proposta é que Mãe Ilza Mukalê, nengua de nkisses do Matamba Tombenci Neto, e Ruy Póvoas Katulembá, babalorixá do Ilê Axé Ijexá, compartilhem com o público presente contos e cantigas que remontem a vivência das suas ancestrais na região do Engenho de Santana.
Mãe Ilza Mukalê | foto: Flávio Rebouças
O encontro começará às 18 horas do dia 31 de outubro (sexta) na sede do sede do terreiro Matamba Tombenci Neto, no Alto da Conquista em Ilhéus. A entrada é aberta ao público. Os Encontros da Tradição Oral fazem parte do projeto Mãe Ilza Mukalê II: Música, identidade e memória.
O projeto Mãe Ilza Mukalê também realiza o Curso de Formação e Qualificação de Agentes Culturais que oferecerá, no mesmo final de semana, a oficina de Confecção de Adereços, com Vane Rodrigues, e o desenvolvimento da Pesquisa Participativa que é conduzida pelo Professor  Vincenzo Cambria. O Curso de Formação e Qualificação de Agentes Culturais contempla jovens de comunidades negras e de terreiros de Ilhéus.

A ONG Gongombira é responsável pelo projeto Mãe Ilza Mukalê II, que conta com o apoio financeiro da Secretaria de Cultura do Estado da Bahia, além dos apoiadores institucionais: Bloco Afrocultural Dilazenze, UESC, UNIRIO e Teatro Popular de Ilhéus.

Serviço:
3ª rodada dos Encontros da Tradição Oral no Candomblé Angola-Congo
Tema:
"Iyá Tidu e Menjingã: O candomblé e a escravidão no Engenho de Santana" com Mãe Ilza Mukalê e Ruy Póvoas
Local: Terreiro Matamba Tombenci Neto
Horário: às 18 horas
Data: 31 de outubro (sexta)
Entrada: Aberto ao público


ASCOM Flávio Rebouças

segunda-feira, 27 de outubro de 2014

Mãe Ilza Mukalê e Mãe Laura Sandoiá esbanjaram musicalidade e conhecimento na 4ª rodada dos Encontros da Tradição Oral

 A cada rodada aumenta a quantidade de pessoas presentes nos Encontros da Tradição Oral
foto: Flávio Rebouças
Mãe Ilza Mukalê e Mãe Laura Sandoiá esbanjaram musicalidade e conhecimento tradicional de matrizes africanas e indígenas na 4ª rodada dos Encontros da Tradição Oral no Candomblé Angola-Congo.

foto: Flávio Rebouças
O evento, que faz parte das ações do projeto Mãe Ilza Mukalê II: Música, identidade e memória (MIM II), aconteceu no terreiro Matamba Tombenci Neto e reuniu a comunidade local, juntamente com estudantes, pesquisadores e outros visitantes, no dia 24 de outubro (sexta), tratando do tema: "A Música e as Manifestações Culturais de Matriz Africana: O sagrado e o profano". 


foto: Flávio Rebouças
As duas mães de santo falaram das origens e das relações que permeiam manifestações culturais e religiosas existentes em Ilhéus, como: a Lavagem da Escadaria de São Sebastião e a Festa para Iemanjá.

As músicas cantadas por Mãe Ilza e Mãe Laura foram o sambas de roda, zuelas (músicas de candomblé) e músicas para caboclos. O publico presente aproveitou e caiu no samba.
foto: Flávio Rebouças

foto: Flávio Rebouças

foto: Flávio Rebouças
No dia seguinte, o Curso de Formação e Qualificação de Agentes de Cultura, que também integra o projeto Mãe Ilza Mukalê II, promoveu para os estudantes a oficina de Confecção de Adereços. A oficina foi ministrada pelo educador social Vane Rodrigues.
foto: Flávio Rebouças

 
foto: Flávio Rebouças

foto: Flávio Rebouças

O projeto MIM II é uma realização da Organização Gongombira através do apoio financeiro da Secretaria de Cultura do Estado da Bahia, e com os apoios institucionais da UESC, do Teatro Popular de Ilhéus, da UNIRIO e do Bloco Afrocultural Dilazenze.

foto: Flávio Rebouças
 Nossa fanpage: Mãe Ilza Mukalê no facebook


ASCOM Flávio Rebouças

quarta-feira, 22 de outubro de 2014

Manifestações culturais de Ilhéus são tema do próximo Encontro da Tradição Oral

Festa para Iemanjá 2014 | foto: Flávio Rebouças
Os Encontros da Tradição Oral no Candomblé Angola-Congo, realizados no terreiro Matamba Tombenci Neto, chegam à 4 ª rodada discutindo "A Música e as Manifestações Culturais de Matriz Africana: O sagrado e o profano". Nesta edição do encontro, que acontecerá no dia 24 de outubro (sexta-feira) às 18 horas, Mãe Ilza Mukalê convida Mãe Laura Sadoiá, a ialorixá do terreiro Ilê Axé Guaniá de Oiá
 
Festa para Iemanjá 2014 | foto: Flávio Rebouças
Com o tema, as duas mães de santo, os estudantes do Curso de Formação e Qualificação de Agentes Culturais do Projeto MIM II e o público presente, tratarão dos aspectos históricos, sociais e religiosos que permeiam as manifestações culturais protagonizadas pelas comunidades negras e de terreiros em Ilhéus.


Mãe Laura | foto: Flávio Rebouças
Mãe Laura Sandoiá é responsável atualmente pelo festejo para Iemanjá, que acontece na praia da Maramata no dia 02 de fevereiro de cada ano. Nos festejos para Iemanjá concilia-se as manifestações religiosas e profanas, a exemplo da entrega de oferendas à rainha das águas e o samba de roda em praça pública. 

Os Encontros da Tradição Oral acontecem todas as sextas-feiras durante os meses de outubro e novembro no terreiro Matamba Tombenci Neto, sempre envolvendo rodas de conversas com a participação de Mãe Ilza e convidados. O encontros são abertos ao público e ocorrem a partir das 18 horas.

Festa para Iemanjá 2014 | foto: Flávio Rebouças
A ação "Encontros da Tradição Oral", assim como o Curso de Formação e Qualificação de Agentes Culturais, fazem parte do projeto Mãe Ilza Mukalê II: Música, Identidade e Memória, que, por sua vez, são realizados pela Organização Gongombira. O projeto conta com o apoio da UESC, Teatro Popular de Ilhéus, UNIRIO, Bloco Afrocultural Dilazenze e o apoio financeiro da Secretaria de Cultura da Bahia.

segunda-feira, 20 de outubro de 2014

Projeto Mãe Ilza Mukalê II realizou Oficinas e a 3ª rodada dos Encontros da Tradição Oral

Público presente no 3º ETO | Foto: Flávio Rebouças
Depois de uma semana de intensas atividades envolvendo a oficina de Confecção de Instrumentos de Percussão, ministrada pelo educador social Mill Onilètó, tivemos na sexta à noite a 3ª rodada dos Encontros da Tradição Oral no Candomblé Angola-Congo no Terreiro Matamba Tombenci Neto, em Ilhéus.

Nesta edição do Encontro da Tradição Oral, que contou com a participação do maranhense Mill Onitlètó como convidado de Mãe Ilza Mukalê, falando sobre o tema “Antiguidade é Posto: Dialogo musical entre o novo e o antigo”, discutiu-se o papel político e social da juventude na salvaguarda do saber tradicional de matriz africana, bem como a presença da música e dos tambores como importantes estratégias e tecnologias ancestrais de manutenção da cultura negra.


No dia seguinte, continuando o funcionamento do projeto Mãe Ilza Mukalê II, agora com as ações do Curso de Formação e Qualificação de Agentes Culturais, foi oferecida a oficina de Confecção de Jóias de Asé. A oficina foi ministrada por Preta Ashanti e Preta Bia,  que são integrantes da Casa do Boneco de Itacaré.

Assista ao vídeo da oficina de Confecção de Joias de Asé:


Preta Bia e Preta Ashanti | Foto: Flávio Rebouças
O projeto Mãe Ilza Mukalê II: Música, Identidade e Memória (MIM II), que desenvolve o Curso de Formação e Qualificação de Agentes Culturais e os Encontros da Tradição Oral no Candomblé Angola-Congo, é realização da ONG Gongombira. O projeto MIM II tem o apoio da UESC, do Bloco Afrocultural Dilazenze, da UNIRIO, do Teatro Popular de Ilhéus e o apoio financeiro da Secretaria de Cultura do Estado da Bahia.


Ascom Flávio Rebouças 

quarta-feira, 15 de outubro de 2014

“Antiguidade é posto” é o tema da 3ª rodada dos Encontros da Tradição Oral em Ilhéus

"Sou porque somos"
Mill Onitèló e Mãe Ilza | Foto: Flávio Rebouças
Com a intenção de discutir a salvaguarda da memória ancestral da cultura afrodescendente, que a 3ª rodada dos Encontros da Tradição Oral no Candomblé Angola-Congo terá o tema: “Antiguidade é Posto: Dialogo musical entre o novo e o antigo”.
Para a roda de conversa, Mãe Ilza Mukalê, mãe de santo do Terreiro Matamba Tombenci Neto, convida o músico Mill Onilètó, ogan do Terreiro Ilê Axé Alagbedê Olodumaré, em São Luiz do Maranhão.

A proposta da atividade é que haja um dialogo entre o novo e o antigo, usando a música para analisar o processo histórico de manutenção do saber tradicional de matriz africana. De acordo com Mill “Sou porque somos”, o que define a urgência em entender a história de formação e a preservação da identidade das comunidades negras.

Mill é coordenador nacional do Fórum Nacional da Juventude Negra (FONAJUNE-MA), articulador nacional do Kizomba Axé (Juventude de Terreiro), articulador da Rede Mocambos, além de artesão de confecção de instrumentos de percussão.
A atividade é aberta ao público e acontecerá no dia 17 de outubro (sexta-feira), às 18 horas, na sede do Terreiro Matamba Tombenci Neto.

Foto: Flávio Rebouças
Os Encontros da Tradição Oral fazem parte das ações do Curso de Formação de Agentes Culturais do projeto “Mãe Ilza Mukalê: Música, Identidade e Memória”. O evento é realizado pela ONG Gongombira, com o apoio da UESC, UNIRIO, Teatro Popular de Ilhéus, Bloco Afrocultural Dilazenze, e com o apoio financeiro da Secretaria de Cultura do Estado da Bahia. 

segunda-feira, 13 de outubro de 2014

Encontro da Tradição Oral: Roda de conversa reuni Mãe Ilza e Mestre Virgílio


Mestre Virgílio e Mãe Ilza: a música no candomblé e na capoeira da nação Angola 

foto: Flávio Rebouças
Mestre Virgílio, líder do Grupo de Capoeira Angola Mucumbo, e Mãe Ilza, mãe de santo do Terreiro Matamba Tombenci Neto, protagonizaram a 2ª rodada dos Encontros da Tradição Oral no Candomblé Angola-Congo, que aconteceu no dia 10 de outubro. No ocasião, os dois grandes representantes da cultura negra da Bahia, conversaram com estudantes do projeto MIM II e o público presente sobre a relação entre as zuelas para os nkisses (músicas para os orixás) do candomblé Angola e as ladainhas da capoeira Angola.
 
foto: Flávio Rebouças
Mestre Virgílio e Mãe Ilza contaram histórias sobre um período da sociedade ilheense em que a prática da capoeira e do candomblé foram duramente criminalizadas.
 
 
E, como não poderia faltar, como grandes cantadores que são, ambos agraciaram os presentes com músicas do candomblé e da capoeira Angola.
 
No dia seguinte, os participantes do Curso de Formação de Agentes Culturais do projeto Mãe ilza Mukalê II: Música, Identidade e Memória, participaram da oficina de "Resgate da Memória Ancestral a partir da Confecção de Instrumentos de Percussão". O facilitador da atividade foi o maranhense Mill Onilètó, ele é educador social e luthier, além de ser entusiasta do software livre.
 
foto: Flávio Rebouças
As ações são realizadas pela ONG Gongombira, na sede do Terreiro Matamba Tombenci Neto, com o apoio da Rede Matamba, Teatro Popular de Ilhéus, Grupo Afrocultural Dilazenze, UESC e o apoio financeiro da Secretaria de Cultura do Estado da Bahia.
foto: Flávio Rebouças
Clique e confira as fotos da 2ª rodada dos Encontros da Tradição Oral >>>AQUI<<< 
 
Clique e confira as fotos da Oficina de Confecção de Instrumento de Percussão >>>AQUI<<<
 
ASCOM Flávio Rebouças



sábado, 11 de outubro de 2014

O 1º Encontro da Tradição Oral

foto: Flávio Rebouças
 
Abrindo o ciclo de "Encontros da Tradição Oral no Candomblé Angola-Congo", foi realizado no dia 03/10 o primeiro do evento da série de encontros. No ocasião, a matriarca da família Rodrigues, Mãe Ilza Mukalê, participou de uma roda de conversa com os estudantes do projeto MIM II e o público presente.
foto: Flávio Rebouças
O tema era "Música de Louvor à Natureza e à Vida", aonde a sacerdotiza do centenário Terreiro Matamba Tombenci Neto compartilhou algumas de suas experiências de vida e zuelou lindos cânticos em homenagem aos nkissses e aos caboclos.
 
foto: Flávio Rebouças
Tivemos a participação de Mestre ney, presidente do Bloco Afro DIlazenze, colaborando na tecitura dos diálogos, ajudando a rememorar a origem de diversas músicas e a sua contextualização na religião de matriz africana.
 
foto: Flávio Rebouças
As rodadas dos "Encontros da Tradição Oral no Candomblé Angola-Congo" acontecerão todas as sextas-feiras do mês de outubro, sempre às 18 horas. O próximo encontro contará com a participação do Mestre Virgílio do Grupo de Capoeira Angola Mucumbo. Ele e Mãe Ilza irão compartilhar lembraças que remontam periódos difíceis para a prática do candomblé e da capoeira, aonde estas atividades eram proibídas por lei. E, claro, com dois excelentes cantadores, uma das zuelas de candomblé e o outro das ladainhas da capoeira Angola, certamente teremos uma noite musicalmente encantada.
 
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quinta-feira, 9 de outubro de 2014

Dia da criança feliz no Terreiro Matamba 2014


Contemplando as comemorações do Dia das Crianças, a Organização Gongombira e os estudantes do Curso de Formação de Agentes Culturais do projeto Mãe Ilza Mukalê II, realizaram um dia de muita diversão na Av. Brasil, Alto da Conquista.

Foi o projeto “Criança Feliz no Terreiro Matamba 2014”, que aconteceu na quarta-feira (08/10) na quadra do bloco afro Dilazenze.

O evento foi produzido e dinamizado pelos agentes culturais em formação, com a coordenação da ONG Gomgombira.

As atividades começaram pela manhã e terminaram à noite. foi um dia cheio de brincadeiras, contação de histórias, lanches, presentes e, ao final, a exibição do filme Rio 2.

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Encontro reunirá Mãe Ilza e Mestre Virgílio conversando sobre a música no candomblé e na capoeira Angola


A 2ª rodada dos "Encontros da Tradição Oral no Candomblé Angola-Congo" reunirá duas das mais importantes personalidades da cultura de matriz africana da região. Será uma roda de conversa com a Mãe Ilza, mãe de santo do Terreiro Matamba Tombenci Neto, e o Mestre Virgílio, um dos mais antigos mestres da capoeira Angola.

Tendo como tema central “Música, Candomblé e Capoeira Angola”, Mãe Ilza e Mestre Virgílio irão discorrer sobre a relação entre as ladainhas presentes nas rodas da capoeira Angola e os cânticos para os nkisses (orixás) do candomblé nação Angola.

Quer participar do evento? Será aberto ao público, portanto, basta comparecer no Terreiro Matamba Tombenci Neto, às 18 horas do dia 10 de agosto (sexta). O terreiro fica localizado o Alto da Conquista, em ilhéus.

O encontro integra as atividades do Curso de Formação de Agentes Culturais do projeto “Mãe Ilza Mukalê: Música, Identidade e Memória” (MIM II). O projeto MIM II conta como apoio do Teatro Popular de Ilhéus, Universidade Estadual de Santa Cruz e a Secretaria de Cultura do estado da Bahia.
Maiores informações: www.maeilzamukalê.blogspot.com.br

Serviço:
2ª rodada dos Encontros da Tradição Oral no Candomblé Angola-Congo: Música, Candomblé e Capoeira Angola
Data: 10/10/2014
Horário: 18:00hs
Local: Terreiro Matamba Tombenci Neto, no Alto da Conquista - Ilhéus
Entrado: Aberto ao público.

terça-feira, 30 de setembro de 2014

Projeto MIM II promove a 1ª rodada dos Encontros da Tradição Oral no Candomblé Angola-Congo


No decorrer do mês de outubro a ONG Gongombira, através do Projeto Mãe Ilza Mukalê II: Música, Identidade e Memória (MIM II), realizará encontros da Tradição Oral em Ilhéus. A atividade consiste na promoção de um espaço de discussão e valorização da memória e da identidade étnica de matriz africana da região, a partir da história oral.

O primeiro encontro acontecerá nesta sexta-feira (03/10) e terá como tema “Música no Terreiro Matamba Tombenci Neto – Cânticos de louvor à vida e à natureza”, e será protagonizado pela mãe de santo Ilza Rodrigues.

A 1ª Rodada dos Encontros da Tradição Oral no Candomblé Angola-Congo é uma atividade aberta a todos os interessados e acontecerá às 18 horas no barração do Terreiro Matamba Tombenci Neto, localizado no Alto da Conquista em Ilhéus.

Esta atividade também representa o inicio de mais um módulo do Curso de Formação de Agentes de Cultura, oferecido pelo projeto Mãe Ilza Mukalê II a 40 jovens de comunidades negras e de terreiro do município de Ilhéus.

O projeto MIM II é uma realização da Organização Gongombira de Cultura e Cidadania e da Rede Matamba Tombenci Neto, em parceria com a UESC, o Teatro Popular de Ilhéus e bloco Afrocultural Dilazenze e com o apoio financeiro Secretaria de Cultura do Estado da Bahia.

Serviço:
1ª Rodada dos Encontros da Tradição Oral no Candomblé Angola-Congo
Data: 03/10/2014
Horário: 18:00hs
Local: Terreiro Matamba Tombenci Neto, no Alto da Conquista - Ilhéus
Entrado: Aberto ao público.





Palestra sobre Educação Sexual e DSTs no MIM II

foto: Flávio Rebouças

Existem assuntos que por diversas vezes se configuram como tabus, mas são de extrema importância, já que a informação bem utilizada é uma excelente defesa contra as adversidades que a vida pode oferecer.

Como os participantes do projeto MIM II são essencialmente jovens em fase de formação de valores e entendimento sobre a vida, convidamos o palestrante/educador Jurandir Telles para, na noite do dia 19 de setembro, mediar uma roda de conversa sobre educação sexual. No ocasião, discutiu-se sobre as causas e as consequências das infecções por DSTs, bem como quais são os cuidados que previnem as doenças.

foto: Flávio Rebouças

Jurandir adverte que “Cada DST tem um tratamento específico e só um profissional de saúde poderá avaliar e indicar o tratamento correto”, isso porque “tratamentos inadequados são muito frequentes”, completa.

foto: Flávio Rebouças

Foi um momento de tirar todas as dúvidas e ficar bem informado sobre os riscos à saúde que as diversas DSTs oferecem, bem como seus tratamentos possíveis.